Alimentacao infantil

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A boa e a má alimentação infantil

 A comida não deve ser um prêmio nem um castigo para as crianças. Para que tenhamos melhor saúde física, é necessário que comamos menos e que nossa comida seja rica em hidratos de carbono, contenha um terço de gorduras e o resto seja coberto por proteínas. E que paralelamente a isso, pratiquemos alguma atividade física diária.

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Problemas na alimentação infantil. A criança não quer comer

Quando a criança não come. Em muitas ocasiões, os pais, com um grande desejo de que a criança esteja bem nutrida, fazem da hora de comer o momento de mais tensão na casa, com angústia, ansiedades e reprovações às condutas da criança em relação ao alimento. As crianças têm sabedoria natural diante de suas necessidades fisiológicas.

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A merenda das crianças

O que dar de merenda para os filhos. Da mesma forma que o almoço e a janta, a merenda é uma necessidade diária que não se pode pular nem ignorar. Quando seu filho sai do colégio, depois de um largo período de atividades escolares, a primeira coisa que deve fazer é merendar. Ao fazer essa parada, seu filho se sentirá mais relaxado, e ao alimentar-se bem estará recuperando as energias que tanto necessita para continuar dando saltos por aí.

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Decálogo da dieta mediterrânea

Recomenda-se consumir sempre vegetais e cereais. A alimentação pouco saudável e a ausência de atividade física com regularidade, constituem as principais causas das enfermidades crônicas mais importantes.  As crianças vêm comendo cada vez mais gordura. Essa tendência mundial favorece claramente ao sobrepeso e à obesidade.

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Alimentação Infantil

Uma boa alimentação é fundamental para o crescimento sadio do bebê. A alimentação da criança nos seus primeiros anos de vida terá um efeito profundo em sua saúde, assim como na sua habilidade para aprender, comunicar-se, socializar-se e adaptar-se.

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Bebês e crianças celíacas

A celíaca, é uma das doenças intestinais crônicas mais comuns. É a doença que ocorre com mais frequência na Europa. Segundo a Federação de Associações de Celíacos da Espanha (FACE), um de cada 200 ou 300 nascidos vivos na Espanha, pode sofrer dessa doença.