Tipos de pais e a comunicação com os filhos

Descobre que tipo de pai ou de mãe você é para os seus filhos

Vilma Medina

Vilma Medina

Conhecendo o perfil de cada pai e mãe. Em função das palavras e das atitudes que dirigimos às crianças, podemos transmitir uma conduta de cumplicidade, ou pelo contrário, de ignorância e desatenção.

Segundo analisa o psicólogo K. Steede, no seu livro: “Os dez erros mais comuns dos pais e como evitá-los”, existe uma tipologia de pais baseada nas respostas que oferecem aos seus filhos, e que geram as chamadas conversas fechadas, aquelas em que não há lugar para a expressão de sentimentos, ou em havendo, estes sejam negados ou dêem pouco valor.

Tipos de pai e de mãe

Os pais autoritários

Temen perder o controle da situação e utilizam-se de ordens, gritos ou ameaças para obrigar a criança a fazer algo. Levam muito pouco em conta as necessidades da criança. E não a ouvem.

Os pais que fazem sentir culpa

Pais interessados (consciente ou inconscientemente) em que seu filho saiba que são mais preparados e com mais experiência, utilizam a linguagem negativa, dando menos valor às ações ou atitudes dos filhos. Comentários do tipo “não corra, que você vai cair”, “tá vendo, eu te disse que esse armário era muito alto e você ia cair”, ou “você é um bagunceiro incorrigível”. São frases aparentemente neutras que todos os pais usamos algumas vez.

Os pais que tiram a importância das coisas

É fácil cair no hábito de dar menos importância aos problemas dos nossos filhos, sobretudo se realmente pensamos que seus problemas são pouca coisa, em comparação aos nossos. Comentários do tipo: “Ora, não se preocupe, com certeza amanhã vocês voltam a ser amigas!”, “não precisa tanta preocupação, com certeza você será aprovado, pois se preparou a semana toda”, pretendem tranquilizar imediatamente a criança ou ao jovem que está em meio a um conflito. Mas o resultado é uma rejeição quase imediata de um adulto que se mostra pouco ou nada receptivo a escutar.

Os pais que dão conferências (sermões)

A palavra mais usada pelos pais em situações de “conferência ou sermão” é: deveria. São as típicas respostas que pretendem ensinar ao filho com base na nossa própria experiência, desdenhando sua caminhada diária e suas quedas.

Por último, devemos mencionar a quantidade de situações em que a comunicação é sinônimo de silêncio (ainda que pareça paradoxal). Na vida de um filho, como na de qualquer pessoa, existem ocasiões em que a relação mais adequada é a companhia, o apoio silencioso. Diante de um sermão do pai, é preferível, às vezes, um tapinha nas costas carregado de cumplicidade e afeto, uma atitude que demonstre disponibilidade e respeito pela dor ou sentimento negativo que sente o outro.

Fonte consultada:
 Ministerio de Educación y Cultura- España

O que devem fazer os pais de filhos superdotados

O que devem fazer os pais de filhos superdotados

No caso dos pais percebam que seu filho tenha esse perfil, deverão tomar algumas providências. Segundo Linda Kreger Silverman, especialista do US Department of Education (Departamento de Educação dos Estados Unidos), os pais têm um papel fundamental no desenvolvimento dessas crianças. São eles os que devem entrar em contato com o educador da criança, a escola, e pedir uma orientação. Seguramente, depois de uma avaliação do caso, os docentes passarão a criança à observação de um orientador, e se for o caso, a um especialista. Se realmente se confirmar que a criança é superdotada, não a preocupe, porque receberão toda a orientação possível.

Guarda compartilhada dos filhos

Guarda compartilhada dos filhos

Lei brasileira de guarda compartilhada é aprovada. O que pode mudar na relação de pais e filhos, depois da separação do casal? Uma nova lei sobre a guarda compartilhada, regulamentada pela Lei 11.698, de 13 de junho de 2008, consiste basicamente na possibilidade dos pais e mães dividirem a responsabilidade legal sobre os filhos, e ao mesmo tempo compartilharem com as obrigações pelas decisões importantes relativas à criança. A relatora do projeto foi a deputada Cida Diogo.

Como explicar o divórcio aos filhos

Como explicar o divórcio aos filhos

Não se deve economizar esforços para que os filhos entendam a separação dos pais. Em geral, os divórcios são muito traumáticos para os filhos, mas se para os cônjuges é algo insuportável o não separar-se, o manter-se juntos seria um engano aos filhos, uma farsa, e provavelmente sofreriam muito mais assistindo discussões diárias e uma falta de amor ou carinho patente, do que se o divórcio se consumar.

Comunicação entre pais e filhos

Comunicação entre pais e filhos

Truques para facilitar a comunicação em família. Se o diálogo nas relações interpessoais é importante, muito mais ainda a comunicação em família. A comunicação está guiada por sentimentos e pela informação que transmitimos e compreendemos. A comunicação serve para estabelecermos contato com as pessoas, para dar ou receber informação, para expressar ou compreender o que pensamos, para transmitir nossos sentimentos, valores, comungar algum pensamento, idéia, experiência, ou informação com o outro, e nos unirmos ou vincularmos pelo afeto.

1 comentarios

  • karina

    2009-11-19 20:11:17

    :P foi otimo texto amei mas meu pai neh deixa ter oukut nem msn tenho escondido e ele nao sabe isso atarpalha muito no msu estudo mais amei mems0o o texto:-*:(>:(;D:D;):)

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