Aprender a abraçar. O poder do abraço de um bebê

Vilma Medina

Vilma Medina

Quanto bem nos pode fazer um abraço! Os abraços nos levantam o ânimo, nos faz sorrir, sentirmos melhor, queridos, compreendidos, apoiados... Se, além disso, é o nosso bebê que nos abraça pela primeira vez, a sensação é de plena felicidade.

'Um abraço, um abraço’, dizem meus filhos cada vez que saio de casa para ir trabalhar. Eles se penduram no meu pescoço ou na minha cintura com suas pequenas mãozinhas e é difícil soltá-los. Eu adoro os abraços, assim que, enquanto o relógio segue avançando e o dia vai passando, eu fico pensando em ‘recarregar as minhas pilhas’ com essas doses de energia positiva.

O poder do abraço de um bebê

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Abraçar é um ato tão simples e que contribui com tantas coisas boas que não deveríamos passar um só dia se dar ou receber um abraço. É só provar para ver a alegria e o bem estar que um abraço nos produz.

Normalmente, são os pais que beijamos, apertamos ou abraçamos nossos filhos, no entanto, um belo dia o bebê nos devolve esse beijo ou abraço e nos sentimos tão bem dentro dos seus pequenos bracinhos que ficaríamos o dia todo ali dentro. O bebê aprende a abraçar porque nós realizamos essa simples ação, mas você sabe que o abraço contribui com numerosos benefícios?

- Abraçar ativa as endorfinas, que ajudam a aumentar a sensação de alegria e afastam as dores, ansiedade ou tristeza.

- Os abraços geram uma sensação de segurança nas crianças e as tornam pessoas mais seguras e com mais confiança em si mesmas.

- Abraçar fortalece o vínculo entre o bebê e os pais e potencializa a sensação de união e compreensão.

- O abraço contribui com calma e tranquilidade para as crianças.

- Os abraços fortalecem a autoestima da criança.

É tão bom dar um abraço, como recebê-lo e um abraço acaba sendo medicinal quando são os nossos filhos que nos dão.

Vilma Medina. Editora

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