| Exposição Solar na Infância |
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| Pele do bebê |
| Escrito por Pablo Zevallos |
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Com a diminuição gradativa da camada de ozônio, que protege a pele da radiação solar, está comprovado que o sol de hoje é muito mais prejudicial do que há décadas atrás. Através de pesquisas, sabemos que a quantidade de radiação solar que a pele recebe até os 20 anos de idade é responsável por cerca de 90% dos cânceres de pele no futuro. Como as campanhas de prevenção em relação à radiação solar tem aumentado, queremos deixar claro que o sol não tem efeitos somente nocivos. É através do sol que a vitamina D é metabolizada, e indispensável para a absorção de cálcio. Mas é preciso cautela em tudo. Nos EUA, por exemplo, a Academia Americana de Pediatria recomenda que as crianças não tomem sol antes dos 6 meses. No Brasil, a recomendação é que o tempo de sol para bebês vá aumentando progressivamente, começando com 5 minutos, e ir aumentando de 5 em 5 minutos, chegando no máximo 20 minutos, sempre antes das 09:00h e depois das 16:00h, podendo expor os bracinhos e perninhas do bebê, barriguinha e costas. Deve-se sempre evitar sol na cabeça e no rosto. Sempre é bom orientação médica em qualquer caso. A importância da incidência de raios UV é tão importante hoje em dia, que vários sites que informam o clima, o tempo, estão informando o Ãndice de raios UV, que variam de zero (muito baixa) até 10 (muito alta). Vale ressaltar que não se deve utilizar filtros ou bloqueadores solar em crianaças menores de 6 meses, pois pode ser tóxico ao organismo do bebê. Após os 6 meses, o filtro já é seguro. A ingestão oral de vitamina D continua importante.
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