Sáb, 21 de Novembro de 2009
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A criança e os palavrões PDF Imprimir E-mail
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Mau comportamento
Escrito por Pablo Zevallos   

A independência que vão experimentando pouco a pouco as crianças, as induzem a provar o limite do permitido. Saltam, correm, comem e se vestem sós, e a cada dia descobrem o poder da linguagem. Dizer palavrões é um exemplo disso, principalmente quanto compartilham atividades com crianças mais velhas, e possivelmente com criação e princípios diferentes.

 
Conto a favor da tolerância: O orelhudo PDF Imprimir E-mail
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Mau comportamento
Escrito por Pablo Zevallos   

Conto que melhora a tolerância e a auto-estima. Era seu segundo dia de aula. Henry se sentou na primeira carteira da sala, ao lado da janela, como lhe recomendou sua mamãe. A professora de nome Mily, entrou na sala e lhes disse: “Bom dia. Hoje vamos estudar alguns animais. Começaremos pelo asno, esse animal tão útil à humanidade, forte, de orelhas grandes”...
...”E como Henry”, interrompeu uma voz que saía do fundo da sala.

 
Problemas de auto-estima nas crianças PDF Imprimir E-mail
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Auto-estima
Escrito por Vilma Medina   

É preciso estar com os filhos, conversar e mostrar interesse por eles. Como se manifestam os problemas de auto-estima em uma criança? Como saber se meu filho tem problemas de auto-estima? Estas são perguntas que em algum momento os pais fazem a si mesmos. Para obter respostas, o melhore é que os pais estejam atentos para detectar comportamentos que sejam mostras de baixa auto-estima.

 
A baixa auto-estima infantil PDF Imprimir E-mail
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Auto-estima
Escrito por Vilma Medina   

O ambiente familiar é o fator que mais influencia na auto-estima das crianças. Constantemente nossa auto-estima se vê afetada pelas experiências e exigências que recebemos do mundo exterior. A sociedade exige que nos moldemos e que sigamos padrões de comportamentos, escolhas, iguais aos da maioria.

 
Estímulos para a auto-estima infantil PDF Imprimir E-mail
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Auto-estima
Escrito por Pablo Zevallos   

Conselhos para estimular a auto-estima das crianças. A auto-estima se constrói através de um processo de assimilação e interiorização desde o nascimento, mas que pode modificar-se ao longo de toda a vida. É gerada pela imagem que os outros fazem de nós mesmos e pelo valor que damos a essa imagem. É durante a infância e adolescência, onde a auto-estima cria uma marca profunda, porque são nessas etapas quando nos encontramos mais vulneráveis e flexíveis.

 
Uma boa auto-estima PDF Imprimir E-mail
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Auto-estima
Escrito por Vilma Medina   

A valorização de si mesmo é um grande passo para uma boa auto-estima.  A aceitação e a valorização, são tijolos básicos dentro da construção de uma boa auto-estima. A criança que se sente aceita como é, é uma criança que aprende a assumir seus erros, e posteriormente, a convertê-los em melhorias. Os pais devem ter uma idéia realista e clara de como é seu filho e amá-lo por inteiro, o lado bom e o mau que possa ter. E não deixar de assumir isso diante de todos, e principalmente dentro deles mesmos, essa postura.

 
A auto-estima e as crianças PDF Imprimir E-mail
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Auto-estima
Escrito por Pablo Zevallos   

A auto-estima é um fator básico na formação pessoal das crianças. A auto-estima, é um tema que desperta a cada dia um grande interesse, não só para os psicólogos, mas também para pais e mães. É uma preocupação presente em muitas casas e conversações. E isso pode-se entender pela relação que está tendo a auto-estima com problemas como a depressão, anorexia, timidez, abuso de drogas e outros.

 
Chupar os dedos PDF Imprimir E-mail
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Manias
Escrito por Vilma Medina   

É mais aconselhável agir sem pressões e sem muita exigência. O chupar o dedo, seja da mão ou do pé, é um reflexo primário que às vezes se mantém por duas razões. Uma diz sobre a relação com que a criança simplesmente fica acostumada ao prazer que produz e a relaxa. Por exemplo, o hábito de chupar os dedos como um apoio na hora de conciliar o sono.

 
Enrolar os cabelos. PDF Imprimir E-mail
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Manias
Escrito por Pablo Zevallos   

Parece ser um costume quase exclusivo das meninas. Parece ser um hábito quase exclusivo das meninas, como também muitas mulheres adultas, devido que a maioria tem o cabelo mais comprido que os rapazes.
Brincar com uma mecha de cabelos quando se sentem envergonhadas ou tímidas, lhes dá tranquilidade e segurança.

 
Roer as unhas na infância PDF Imprimir E-mail
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Manias
Escrito por Pablo Zevallos   

O tédio pode levar uma criança a roer as unhas. Este hábito não é exclusivo das crianças. Mas é um dos comportamentos mais difíceis de se interpretar. Pode aparecer antes dos 3 anos de idade, e geralmente está associado às situações de ansiedade, cansaço e estresse. O tédio também pode levar uma criança a roer as unhas.

 
O filho único PDF Imprimir E-mail
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Filho único
Escrito por Vilma Medina   

O filho único possui mais qualidades que defeitos. Sempre foi dito que o conceito de filho único estava associado com a extrema proteção e a má educação. No entanto, hoje em dia, o panorama dessa situação está mudando. As investigações chegam a assegurar que uma criança que é filha única, possui mais qualidades que defeitos.

 
O mau humor das crianças PDF Imprimir E-mail
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Mau comportamento
Escrito por Vilma Medina   

O mau humor faz parte das alterações que demonstram que a criança está crescendo. O tempo passa para todos. A criança que há pouco tempo era um bebê, hoje já não usa fraldas, já fala de temas variados e seu comportamento experimenta mudanças, dia-a-dia. Antes se despertava e se expressava com mais alegria, com mais disposição, e agora parece experimentar mais momentos de aborrecimentos, de chateações e de mau humor.

 
A criança que morde PDF Imprimir E-mail
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Mau comportamento
Escrito por Vilma Medina   

Quando uma criança morde, pode ser um sinal que esteja sofrendo algum problema emocional. Pode ser parte do desenvolvimento normal morder de vez em quando, mas o morder persistentemente é um sinal de que a criança tem problemas emocionais ou de comportamento. Enquanto muitas crianças brigam ocasionalmente com outras ou lhes batem, a agressão física frequente e/ou severa pode significar que a criança tem sérios problemas emocionais ou de comportamento que requerem uma avaliação e intervenção profissional.

 
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