A escrita pode corrigir maus comportamentos das crianças

Vilma Medina Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

A grafologia diz que a crianças que escreve a letra ‘o’ com um rabinho quer guardar segredos, e aquela que coloca o ponto no ‘i’ tem boa memória. Isso é o que diz alguns especialistas nesse assunto, essa ciência relativamente jovem que se ocupa de interpretar a escrita e os desenhos das crianças, pois pode ser uma porta para ajudar aos pais e corrigir problemas de comportamento e de atitude nos filhos. 

Como melhorar a escrita das crianças

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Além das regras que marcam na psicologia o início da escrita em crianças, o desenho infantil é uma ferramenta que já se usa por psicólogos. Através dos traços, das posições das figuras dos desenhos é possível detectar aspectos do comportamento e da conduta de uma criança que precisam ser tratados. A grafologia está relacionada com as conexões cerebrais, elimina os mecanismos de defesa e converte as crianças em pessoas mais equilibradas. 

Pilar Besumán, psicóloga da escrita conseguiu desenhar o que poderíamos chamar em ‘cartilha escolar’ que pode conseguir melhorar a escrita e o rendimento das crianças nas aulas, e assim conseguir com que eles sejam mais obedientes e mansos. Está orientada a crianças de quatro e cinco anos, incluindo canhotos, que começam a escrever com um marcador de texto para deslizar letras de um só traço de maneira mais fácil. O método se baseia em uma letra sem retorno, progressiva e rápida. As letras estão ligadas sem voltar para trás nem passar duas vezes pelo mesmo lugar e com certa inclinação para a direita, o que em grafologia representa afetividade e adaptação ao meio.  

As folhas quadriculadas limitam o espaço para escrever a letra e também a inteligência, porque a parte de cima das letras representa o desejo e a de baixo a constância e a perseverança, por isso o ideal é subir e baixar a mão. Através desse método é possível detectar problemas de dislexias mais precocemente. A cartilha está sendo usada em algumas escolas na Espanha. No entanto, alguns editores a rejeitam e preferem utilizar as cartilhas de toda a vida e apostar com que as crianças seguirão em frente de alguma forma.