O sexo do seu bebê. Você quer saber?

Vilma Medina
Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

Para mim, um dos momentos mais desejados e esperados da gravidez é o dia em que o ginecologista poderia confirmar o sexo do nosso bebê. A gente assinalava com bastante antecedência no calendário da cozinha o dia em que realizaria a segunda ecografia, para finalmente saber se o nosso bebê seria um menino ou uma menina. Tenho certeza que não sou a única! 

Uma surpresa genial: o sexo do seu bebê

Qual o sexo do bebê que vai nascer

Nossas mães e avós não tinham a oportunidade de saber o sexo do bebê que esperavam. Observavam o formato da barriga, os sintomas que tinham, as datas de gravidez, etc. Faziam todo tipo de suposições para saber se o bebê seria um menino ou menina e preparavam o enxoval que serviria para ambos os sexos (suponho que não compravam nada em cor de rosa). Agora, graças as ecografias, podemos ter a certeza em 100%, mas mesmo assim, existem alguns papais que preferem não saber o sexo do bebê que esperam. As razões que podem alegar em não saberem é que dessa forma a surpresa será maior, que preferem não adiantar prognósticos que podem falhar, ou não querem se desapontar por algum motivo e desejaram um bebê de sexo diferente do que foi gerado. 

Respeito a esse último motivo. Conheço uma mamãe que preferia não conhecer o sexo do seu quarto bebê, já que seus três filhos anteriores eram homens. Que desilusão ela sofreria se fosse outro menino! Preferia não sabê-lo para desfrutar o máximo possível da sua gestação. Uma vez nos seus braços, não trocaria seu bebê por nenhum outro, ainda que não fosse a menina que tanto havia desejado... Seu filho é maravilhoso, seja do sexo que for! E se nascesse uma menina, a surpresa seria ainda maior para a mamãe e toda a família

Salvando essas exceções, creio que a maioria dos futuros papais deseja saber o quanto antes o sexo do seu bebê. Para mim me parece que sabê-lo de antemão é vantagem em tudo: teremos a possibilidade de chamar nosso pequeno pelo seu nome e de poder nos antecipar uns meses nos preparativos da sua chegada, já que logo, talvez, não tenhamos o tempo necessário. Escolher o nome, decorar o quartinho, escolher a roupinha, falar com ele ou ela, imaginarmos seu rostinho, pensar se colocaremos ou não brinquinhos... Creio que não nos priva da surpresa de ver e acariciar pela primeira vez o nosso filho ou nossa filha. 

Normalmente, durante os primeiros dias do nascimento do nosso bebê, não nos dá tempo de sequer nos olharmos no espelho. A adaptação que requer nossa nova situação familiar e as demandas do nosso filho deve ser nossa prioridade fundamental. Ir às compras para escolher a roupinha de uma cor ou outra, o carrinho adequado, ou decorar seu quarto, deveria esperar ou seria melhor se antecipar? E você, conte-nos, quer saber ou não?

Patro Gabaldón
Redatora de GuiaInfantil.com