Sinais que indicam que a criança não superou a morte de um ser querido

O que fazer se a criança está tendo um luto complicado

Vilma Medina

Vilma Medina

Os psicólogos e pedagogos nos dizem que as crianças, geralmente, aprendem por elas mesmas a elaborar o luto pela pessoa querida sem muita complicação. 

Elas encontram a forma de superar a dor ou de se adaptar a ela. No entanto, existem alguns casos em que isso não acontece assim. Algumas circunstâncias podem fazer com que a dor e a não superação da falta do ente querido influencie no desenvolvimento normal da criança.

Fatores que indicam que a criança não tenha superado o seu luto

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Estas circunstâncias podem indicar aos pais se o seu filho está atravessando um luto complicado

- Bebês: não mantêm contato visual com quem está cuidando dele e deixa de emitir sinais para chamar a atenção ou de se comunicar.

- Crianças de 2 a 6 anos: perdem o interesse pelo que acontece ao seu redor. Têm um olhar perdido e com pouca vontade de brincar. Mostram-se apáticos e com pouca energia. Em ocasiões voltam a não controlar os esfíncteres

- Crianças de 6 a 10 anos: as crianças mostram atitudes e comportamentos que são próprios dos pequeninos, como birras ou enurese, etc. 

- Pré-adolescentes: adotam um comportamento excessivamente maduro para a sua idade de forma protetora com os seus familiares.

O que fazer se a criança não supera o luto

- Em ocasiões é necessário recorrer à ajuda de um psicólogo para que possa avaliar a criança e ver se é necessário trabalhar com ela para ajudar a superar a morte do ser querido. 

- É fundamental ensinar as crianças a expressarem suas emoções, estimular a inteligência emocional das crianças e ajudá-las a controlar seus sentimentos.

- Falar com as crianças, dialogar e explicar as sensações que produz a perda de um ser querido para que compreendam o processo que estão passando. 

- Dar-lhes tempo. O luto é um processo que requer tempo para se despedir do ser querido. 

Alba Caraballo

Editora de GuiaInfantil.com

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