Diagnóstico e tratamento do câncer infantil

A criança com câncer pode ser curada se diagnosticada a tempo

Vilma Medina
Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

Quando detectado em sua fase inicial, o câncer infantil tem um bom prognóstico de cura. Quando é detectado na fase inicial, o tratamento da doença se torna mais efetivo, aumentando assim as possibilidades de cura das crianças. Na maior parte dos casos, existe cura para o câncer infantil quando detectado a tempo.

Diagnóstico do câncer nas crianças

Crianças com câncer

As causas do câncer na infância se confundem com muitos sintomas comuns de doenças infantis. O câncer nas crianças se estende rapidamente, por isso que é tão importante o diagnóstico precoce e um tratamento efetivo, que aumente as probabilidades de que a criança sobreviva e leve uma vida ativa e produtiva.

Os exames diagnósticos para detectar o câncer em uma criança são numerosos, alguns incômodos e outros mais complexos, mas todos necessários para determinar o tipo de câncer que sofre, sua localização, tamanho e evolução.

Esses exames servem para determinar o tipo do tumor e conhecer qual a extensão da doença. Análises de sangue, estudos radiológicos e biopsias são alguns desses exames. Somente a partir daí, poderá se estabelecer o tipo de tratamento mais adequado em cada caso. 

O tratamento para a criança com câncer

É recomendável que o tratamento contra o câncer para as crianças seja feito em hospitais especializados em oncologia pediátrica, pelas instalações adequadas, e pessoal especialmente preparado. 

Os tratamentos mais utilizados são a cirurgia, a quimioterapia, a radioterapia, e em casos especiais o transplante de medula óssea. 

1. A cirurgia é feita normalmente para a extração de um tumor. 

2. A quimioterapia é empregada para a destruição das células cancerosas, enquanto a radioterapia pode ser empregada junto a outras técnicas para combater a doença através de radiações de alta energia. 

O tipo de tratamento que será empregado dependerá do tipo de câncer que a criança apresente. Existem casos que só com a cirurgia é suficiente. Já em outros se emprega todas as modalidades. Os efeitos colaterais existem e devem ser controlados, na medida do possível, pelo médico.

A quimioterapia, por exemplo, pode provocar a queda de cabelo ou o aparecimento de feridas na boca. Em todo caso, devido aos avanços terapêuticos nos tratamentos, a maioria das crianças com câncer alcança a cura.

Além do oncologista infantil e do pessoal de apoio, em muitos casos é indicada o acompanhamento de um psicólogo, e em casos especiais de um fisioterapeuta. A criança precisará não somente da medicina, mas também do apoio psicológico. Ela deve ser apoiada em todos os sentidos. Manter a criança sempre animada e amparada lhe dará força para superar qualquer problema.