A criança vai dormir na casa de um amiguinho

Vilma Medina
Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

Excursões colegiais, acampamentos, convivências, festas de pijama... Talvez você já esteja vivenciando isso em sua família, quando seu filho passará a noite fora de casa. Qual seria a sua reação? Preferiria que o amiguinho viesse dormir na sua casa ao invés do seu filho ir dormir na do seu amigo? Você acredita que ele ainda é muito pequeno? Muitas mães acreditam que será uma boa oportunidade para seu filho estabeleça uma relação especial com seu amigo, já outras que talvez seu filho aproveite a ocasião para relaxar no seu bom comportamento

A Primeira vez que a criança dorme na casa de um amigo 

As reações e respostas são inúmeras e depende de cada pai. Alguns ficarão encantados que seu filho possa dormir na casa de um amiguinho e desfrute de um momento estimulante e motivador, outros pensarão que talvez seja uma excelente oportunidade para ter uma noite a sós entre o casal, já outros não acharão graça nenhuma que seu filho queira “voar” numa idade tão nova, ainda que seja por uma noite (vai que ele acostume!).

Quando meu filho tinha 9 anos, propuseram a ele a possibilidade de realizar uma convivência na escola com os amigos, levar um saco de dormir e se deitar no chão do ginásio, seus olhinhos ficaram acesos. Eu não duvidei em nenhum momento quando vi a carinha dele e a resposta foi sim, ainda que, vou confessar em outras circunstâncias a resposta seria contrária. Tudo depende do que a criança realmente deseja e que a gente não tenha dúvida sobre a segurança e o grau de compromisso dos adultos responsáveis pela missão e não ter nenhuma dúvida sobre o local (e com quem) que nosso filho passará a noite. 

Em caso afirmativo, nosso filho, sem dúvida desfrutará de uma experiência inesquecível, as primeiras confidências, brincadeiras em grupo, guerra de travesseiros, aprender a conviver, participar de atividades coletivas, conhecer seus amigos em outros ambientes, estabelecer laços e cumplicidade com outras crianças. Recolher esse fruto pode ser de grande proveito para ele, mas sempre devemos conhecer previamente e analisar com responsabilidade o meio e as circunstâncias para que sejam adequados à sua idade e personalidade. 

Patro Gabaldón