Aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses

Conselhos para manter o aleitamento materno exclusivo até os seis meses

Vilma Medina

Vilma Medina

A Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo do bebê até os seis meses de idade.

A matrona Sara Cañamero nos dá alguns conselhos para que a gente consiga prolongar o aleitamento até os 6 meses do nosso filho sem nenhum problema. 

Conselhos para prolongar o aleitamento até os 6 meses do bebê

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Os bebês não necessitam nada mais do que o aleitamento materno até os seis meses de idade. A partir de então, recomenda-se incorporar outros sabores e texturas à sua dieta. Pra conseguir que esse aleitamento seja satisfatório para nosso filho, é bom seguir uma série de conselhos: 

- O aleitamento deve ser calmo e sem pressas: trata-se de uma amamentação sem relógio, sem tempos, sem pressas. O bebê é quem marca o tempo e a quantidade de leite que necessitar, e quando. 

- O bebê marca o ritmo do aleitamento, porque o corpo da mamãe e o bebê têm que ir ao mesmo compasso. Por isso, é preferível esquecer essas recomendações obsoletas de dar o peito a cada três horas durante vinte minutos. Existem bebês que terminam de mamar em cinco minutos, enquanto outros necessitam de vinte. 

- Saber interpretar as necessidades do bebê. Cada bebê tem necessidades únicas e necessitamos responder a essas necessidades. Se o bebê estiver hidratado, tranquilo, molha as fraldas com normalidade e não se queixa, tudo vai bem.

- Bebês dorminhocos: Existem bebês que por sua forma de ser têm a tendência a estarem adormecidos, sobretudo nos primeiros dias após o parto. Neste caso, o melhor é desnudá-los e dar-lhes de mamar somente com as fraldas. Também se pode despertá-lo dando uns pequenos toques nas plantas dos pés, e, sobretudo, estar muito atentos aos primeiros sinais de fome. 

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

Como dar o peito ao bebê

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Quanto mais se esvazia o peito, mas leite produzirá. O principal estímulo que induz a produção de leite é a sucção do bebê, portanto, quanto mais o bebê se agarra ao peito da mãe, e quanto mais este o esvazia, mais leite se produz. A quantidade se ajusta ao que a criança toma e as vezes que o peito se esvazia durante o dia. A qualidade também varia com as necessidades do bebê.

Aleitamento materno: benefícios para o bebê e para a mamãe

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A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda o aleitamento materno como o melhor alimento para o bebê durante os seus primeiros 6 meses de vida. Inclusive aconselham que a mamãe continue dando o peito, juntamente com a alimentação adequada para a sua idade até os dois anos de idade.

Dar de mamar em público é natural

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O aleitamento materno é uma das experiências mais bonitas que uma mulher pode viver depois de dar a luz. É um instinto natural, que aparece espontaneamente quando tudo vai bem e reconforta tanto a mãe como ao seu bebê.

O impacto do aleitamento materno sobre o cérebro do bebê

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Já sabíamos que o aleitamento materno é o melhor alimento que a mamãe pode oferecer ao seu bebê, mas, além disso, melhora o desenvolvimento do cérebro nos bebês. Como é possível sabê-lo? Pesquisadores da Universidade de Brown realizaram um estudo utilizando máquinas de ressonância magnética.

Alimentos que mudam o sabor do leite materno

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A dieta materna após o parto influencia em grande medida no leite que o peito produz. Não na quantidade, mas sim nos sabores, cheiros e as quantidades de alguns dos nutrientes que contêm.

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