Um bebê recém-nascido é frágil?

Vilma Medina Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

Ontem fui visitar alguns amigos na maternidade. Eles se tornaram pais de um lindo bebê! Conversando com o papai que transbordava alegria ele comentava como foi difícil lidar com uma criança tão pequenina. ‘Não sei como pegar o meu bebê nos braços’, dizia ele. Parecia tão frágil e tinha tanto cuidado com o seu filho como se tivesse nos braços um vaso da dinastia Ming. 

A fragilidade de um recém-nascido

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Oportunamente, durante o breve espaço de tempo que durou a visita, o neonatologista passou para comprovar o estado geral do recém-nascido e ficamos boquiabertos! Pude ser testemunha das proezas do que é capaz um bebê com 24 horas de vida, apesar da sua aparente fragilidade da sua anatomia. 

O especialista ‘gerou’ nos novos papais segurança na hora de manipular com o seu filho: carregou o bebê com uma só mão, o girou com naturalidade, revisou atentamente o seu corpinho e começou a fazer-lhe uns exames que pareciam próprios de alguém da marinha dos Estados Unidos: Ele o pendurou agarrado apenas com dois dedos da sua mão, deixou-o cair levemente para trás, enquanto o bebê tentava se agarrar a algo... O pequeno bebê parecia o Rambo! Estava muito contente e todos os exames superavam a perfeição. 

A imagem do recém-nascido que todos nós possuímos é a de ser fisicamente desamparado, dependente dos seus progenitores para tudo, mas é assim mesmo, mas temos que levar em conta suas grandes capacidades mentais e o seu desenvolvido instinto de sobrevivência; talvez, então, a gente consiga tratar o nosso filho com mais naturalidade e tranquilidade, e assim desfrutar mais dele nesses momentos importantes e maravilhosos da sua vida e da nossa. Parabéns pelo seu bebê! 

Patro Gabaldon

Redatora de Guiainfantil.com