A fabulosa estratégia contra o bullying de uma professora

Vilma Medina

Vilma Medina

O bullying se instala nas salas de aula, sutil e silencioso. Frequentemente invisível diante de muitos olhos. Para freá-lo não tem outra solução: evitar que se instale entre os alunos, mas, como? 

Uma professora tem encontrado um método eficaz que previne o assédio moral e ajuda aos professores a detectá-lo a tempo. A gente te explica em que consiste. 

A professora que consegue frear o bullying antes que comece

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Toda sexta-feira a professora (norte-americana) estende uma folha em branco aos seus alunos. Não se trata de um exame surpresa. Cada criança só tem que responder a duas perguntas muito simples: 

1. Com quais quatro crianças você gostaria de se sentar próxima na semana que vem? 

2. Quem melhor se comportou essa semana? 

As crianças respondem, ainda sabendo que não se sentarão com seus melhores amigos. A professora não busca reorganizar as mesas. Ela só quer saber quem fica à margem. Que nome não aparece nunca nessas folhas. Quem não tem amigos. 

Quando os alunos se vão, a professora fica em frente à lousa e vai analisando os resultados. Um esquema que deixa bem claro o organograma de relações entre seus alunos, como se tratasse de uma radiografia da classe: 

- Quem lidera os grupos, a quem admiram mais. 

- Quais, sem serem líderes, são muito populares. 

- Quais, mesmo não sendo muito populares têm apoios.  

- Quais ficam isoladas. Essas, precisamente essas, são os alvos mais fáceis do bullying

A professora identifica as crianças ‘solitárias’. São as crianças que mais têm problemas têm para se relacionar com as outras. O que fazer, então? 

Como o professor pode prevenir o bullying nas salas de aula 

Essa professora tem tudo muito claro: se as relações se equilibram e todas as crianças conseguem apoios, se todas as crianças se sentirem integradas será muito mais difícil que um agressor encontre uma vítima, porque a pessoa intimidada terá amigos para defendê-la. O que os professores podem fazer para evitar que existam crianças marginalizadas? 

- Organizar assembléias em sala de aula toda semana. Elas servem, entre outras coisas, para expor ao público os problemas que surgirem em sala de aula e fora das aulas e buscar soluções entre todos. 

- Empatizar mais com os alunos. Conhecer-lhes mais em profundidade. Quem eles realmente são? Quais são os seus sonhos? Quem são seus amigos? Será que realmente se sentem à vontade em sala da aula? Que problemas eles têm? 

- Promover atividades de convivência. Existem atividades destinadas para que os alunos se conheçam melhor, se valorizem e se respeitem. 

- Ensinar as crianças com menos amigos estratégias para se unir ao grupo e mostrar seus dons aos demais

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

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