| A criança violenta e agressiva que briga muito |
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| Mau comportamento |
| Escrito por Pablo Zevallos |
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Quando as brigas são frequentes, isso pode ser um sinal de que a criança tem outros problemas. Por exemplo, pode estar triste ou alterada, ter problemas para controlar a coragem, ter sido testemunha de violência ou ter sido vítima de abuso no cuidado diurno, na escola ou em casa. As pesquisas têm demonstrado que as crianças que são físicamente agressivas em idade muito pequena, têm tendência a continuar com este comportamento quando maiores. Os estudos também demonstraram que as crianças que são expostas à violência e à agressão repetidamente através da televisão, vídeos e filmes, agem de forma mais agressiva. Se uma criança pequena tem problemas persistentes com a ação de brigar e de morder, ou exibe um comportamento agressivo, os pais devem buscar ajuda profissional de um psiquiatra de crianças e adolescentes ou de outro profissional da saúde mental que se especialize na avaliação e tratamento dos probelmas do comportamento das crianças pequenas. O que se deve fazer com as crianças brigonas- A intervenção precoce é muito mais efetiva. Não espere que a criança comece a mostrar comportamento mais agressivo. Intervenha logo que observar que a criança se sinta frustrada ou que esteja se alterando com facilidade. - Quando as crianças pequenas brigam com frequência, supervisem-nas mais de perto. - Se uma criança bate em outra criança, de imediato separe os dois. Logo trate de consolar e atender a criança que foi agredida. - Ao bebê que começa a andar (1 a 2 anos), diga-lhe: “Não bata. Dói quando você bate”. - À criança pequena (de 2 a 3 anos), diga-lhe: “Eu sei que você tem coragem, mas não bata”. Isso começa a ensiná-la a empatia com as outras crianças. - Não bata na criança se ela está batendo em outras. Isso a ensinará a utilizar um comportamento agressivo. - Os pais não devem ignorar ou menosprezar as brigas entre irmãos. - Ensine-os que a agressão não é a forma correta para conseguir o que se quer. Por exemplo: imaginemos o caso de dois meninos, um de 6 e outro de 4 anos de idade. O maior está jogando bola até que o menor aparece para tirá-la. E ali iniciam-se as brigas e gritos. O pequeno grita e esperneia porque quer a bola. Se intervirmos, exigindo que o maior conceda a bola ao mais pequeno, estaremos reforçando de uma maneira negativa, que o pequeno sempre esperneie e grite para conseguir o que se quer.
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Comentários (6)
![]() escrito por Joelna Martins, 31-08-2009
como fazer quando uma criança de 11 agride uma criança de 12 numa aula de educação fisica dentro da escola? Como reagir quando a escola não toma nenhuma posição? O que devo dizer para minha filha quando ela é agredida? rebata? aceite apanhar?
escrito por Maria, 23-01-2010
Tenho um filho adoptivo com 6 anos. Foi adoptado com 2 anos e meio, a sua adaptação foi difícil, no entanto com o tempo ele foi melhorando. Quando foi para a pré com 3 anos,a situação complicou-se e recorremos à ajuda de uma psicóloga. Todos juntos (educadora, pais e psicóloga) conseguimos que o nosso filho se tornasse uma criança calma sem sinais de violência. Este ano foi para a escola, começou então a dizer-me que os colegas o chamavam preto. A partir deste momento ele começou novamente a ter comportamentos violentos com os colegas e a professora. A professora disponibilizou-se a ir falar com a psicóloga, embora nunca tenha seguido as suas orientações e estratégias, que coincidem com as referidas neste guia:vigilância e intervenção precoce. Nunca vigia os alunos e o mais grave da situação é que tem incentivado os pais a fazer queixa do meu filho, ao ponto que me foram ameaçar ao meu local de trabalho e exigem que eu solucione o problema (que ele seja transferido para outra escola ou que seja meu aluno). Esta semana na reunião de pais, a maioria dos pais da turma do meu filho, resolveram dizer o pior do meu filho e ameaçaram-me. Nem sequer me deixaram explicar que o meu filho na pré era um aluno exemplar e que na escola a sua professora não tomou nenhuma atitude para o ajudar. Estou desesperada, pois a psicóloga considera que ele ser transferido para outra escola não é o melhor pelo facto de necessitar de segurança e estabilidade. Não é permitido por lei ele ser meu aluno e não sei se seria a melhor solução, mas comigo ao lado ele não tem estas atitudes violentas. O meu filho anda triste e dói-me o coração ao ver que querem expulsar o meu filho que tem apenas 6 anos e que já sofreu tanto, não teve o colo e o amor de uma mãe até aos 2 anos. Como é que pais e professora não compreendem o meu filho. Necessito urgentemente de ajuda, pois o prazo que os pais me dera foi até quarta-feira.
escrito por Juliana , 12-02-2010
Tenho um filho de 08 anos e outro que vai completar 03. O menor tem o gênio forte e é um pouco agressivo em casa, principalmente com o irmão mais velho. Ele é muito impaciente e não aceita receber um "não", quer pegar tudo do outro; mas também é uma criança muito inteligente e carinhosa. Eu e meu marido sempre conversamos com ele e explicamos que não pode bater nos amigos; ele continua um pouco agressivo, mas tem melhorado um pouco. O problema é que os tios e avós incentivam certas atitudes dele, riem e acham bonitinho, e isso eu não consigo controlar. Fiquei muito chateada pois ele foi somente 2 dias à escolinha e a "tia" já veio me dizer que quer conversar comigo com relação ao comportamento dele. não gostei da maneira que isso me foi colocado, pois percebi uma certa insinuação da professora de que talvez houvesse agressões em casa, e isso não acontece; e também achei muito precipitada essa reação da escola, afinal não faz nem uma semana que ele está frequentando, talvez essa maior agressividade dele poderia ser um problema de adaptação. Qual seria a melhor atitude neste caso? Devo procurar um psicólogo? E com relação á atitude da escola, o que seria melhor fazer? Por favor, preciso de uma orientação, obrigada!
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