A odisséia em comprar um carrinho para gêmeos

Vilma Medina

Vilma Medina

Esse talvez seja um dos maiores desafios que você irá encontrar na sua vida como pais de gêmeos. A escolha de um carrinho de gêmeos requer um esforço intelectual que nem os físicos da NASA podem ajudar. 

Quando eu tive de decidir, há alguns anos, as escolhas se reduziam a duas: em paralelo, ou seja, um ao lado do outro; ou em linha, um na frente e outro atrás. No entanto, nesses últimos anos as opções têm se multiplicado. 

O que levar em conta na hora de escolher o carrinho de gêmeos

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1 – Cada um tem necessidades diferentes e o carrinho deve adotar às suas circunstâncias. A primeira coisa é saber para que uso o carrinho terá para escolher que tipo de rodas ele deve ter; quanto maiores, mais terrenos abruptos ele suporta. 

2 – É imprescindível um chassis duro e leve. Pense que o uso do carrinho será contínuo e que o peso será elevado quando os bebês vão crescendo. Nós buscamos o mais leve possível e sem acessórios porque nossa casa é pequena e não caberia. Bastou somente uma comprovação em tentar subir um degrau com um carrinho para verificar que seria impossível para mim, tentar levantá-lo quando as crianças estivessem pesando mais de cinco quilos, porque o peso força a alavanca ao extremo, assim que nem me atrevo a imaginar no caso de trigêmeos.  

3 – Leve em conta as dimensões da sua casa, seu carro e elevador porque você pode ter uma decepção na hora de passar pelas portas. Também é importante que se dobre facilmente. Você deve pensar que muitas vezes estaremos sozinhas com as duas crianças ao mesmo tempo, enquanto tentamos dobrar o carrinho usando o cotovelo e o joelho para colocá-lo no carro, e, além do mais, desmontar os acessórios e compartimentos adicionais; pode ser que ao final você termine amarrando o carrinho com uma corda atrás do carro para não ter que montá-lo meia hora depois.  

4 – É importante que o carro cresça com as crianças. A princípio é recomendado que os bebês vão deitados, e para isso existem alguns carrinhos que têm dois cestos; alguns levam dois ‘ovos’ que logo se adaptam ao carro.

5 – Outro desafio é o preço. A gente comprou um carrinho de segunda mão pela metade do preço e com apenas três meses de uso porque as crianças que o utilizavam brigavam o tempo todo, assim que os pais tiveram que optar pelo carro em linha. Mas, também você deve levar em conta que muitas vezes os carrinhos em linha ou um em cima do outro pode oferecer rivalidades entre irmãos para ver quem escolhe o melhor lugar.

6 – Muitos pais preferem os que podem se separar individualmente. É uma boa opção se vocês são vários que compartilham as tarefas, inclusive podem comprar duas cadeiras simples e uni-las mediante uns sistemas de encaixe, ainda que deva levar em conta de que será mais largo do que um carrinho de gêmeos normal.   

7 – Por último convém que o carrinho possa ser guiado com uma só mão. 

Por experiência, eu recomendo que quanto mais simples o mecanismo, em elementos e em peso, melhor. Mas, eu já dou um esclarecimento muito importante: o carrinho para gêmeos perfeito não existe. Você sempre encontrará algum empecilho. 

Patricia Fernández

Redatora de Guiainfantil.com

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