As crianças só dão beijos quando querem

Vilma Medina

Vilma Medina

Muitas vezes, usamos nosso filho como representante do afeto familiar, e ninguém pode negar que os beijos das crianças são especiais (um pouco úmidos, mas sinceros), e são os melhores que podemos receber. Mas as crianças são aquelas que escolhem a quem querem demonstrar afeto. Se nos colocássemos por um momento no seu lugar, veríamos como às vezes somos inapropriados nas nossas solicitações amorosas por terceiros. 

Não obrigue seu filho a beijar

Nao se deve obrigar a criança a beijar

“Filhinho, dá um beijo na senhora Elvira” e nosso filho talvez pense com ‘os seus botões’: Quem é essa senhora Elvira para que eu tenha que beijá-la? Para os adultos, dar um beijo de encontro ou despedida é um ato social frequente. Solicitar ao nosso filho que dê beijos de forma pouco espontânea pode parecer um ato desagradável ou incompreensível.  

A criança considera o ato de beijar como um ato de intimidade, o qual está disposto a outorgar aos seus papais, irmãos ou chegados, mas talvez não possa entender que seja um ato social, para ficar bem ou ser educada. Assim é frequente que nosso filho se negue fortemente a dar um beijo ou um abraço a alguém com que não tem suficiente confiança ou se negue a fazê-lo simplesmente porque não quer. A gente fica muito mal diante de uma negativa de uma criança e a pessoa afetada também se sentirá desconcertada pela tensão produzida entre pais e filho. 

Quantas vezes as crianças nos deixam em maus lençóis quando tentamos manipulá-las! As crianças na intimidade fazem mil e uma gracinhas, e ainda que algumas sempre estão dispostas a conquistar o coração dos presentes repetindo suas proezas e oferecendo abraços e beijos à torto e à direito, outras se fecham porque não se interessa na conquista. 

Ainda que todos fiquem admirados diante de uma criança sociável, risonha e carinhosa, devemos respeitar que nosso filho considere ou não oportuno mostrar seus afetos aos outros. Cada criança tem uma personalidade distinta e deve ser respeitada, e poderá levar algum tempo para que ela saiba que certas demonstrações de carinho podem ser condutas sociais esperadas.

Patro Gabaldón. Redatora

Perfil de uma criança superdotada

Perfil de uma criança superdotada

Como posso saber se meu filho é uma criança superdotada? De uma forma segura, somente com a orientação de um profissional especializado no assunto. Mas existem algumas características que podem ajudar aos pais identificarem uma criança superdotada.

A criança tímida. Timidez infantil

A criança tímida. Timidez infantil

A timidez se caracteriza pela dificuldade nas relações interpessoais e uma tendência acentuada de fuga do contato social com outras pessoas. As crianças sofrem quando não conseguem se relacionar e não conseguem externar para os pais o que está sentindo.

Como aceitar os filhos tal como são

Como aceitar os filhos tal como são

Alguns pais chegam a se sentir decepcionados porque seu filho não atinge suas expectativas, e como educar é ajudar a criança a realizar seus potenciais, isso está completamente fora de contexto. Aceite seu filho tal como ele é.

Educar o sentido do humor das crianças

Educar o sentido do humor das crianças

Criança com bom sentido de humor. Existem poucas coisas tão maravilhosas como o sorriso e a gargalhada de uma criança! Para um pai não há nada melhor do que ver seu filho feliz, radiante, com um sorriso de orelha a orelha. O sorriso é um dos traços diferenciadores do ser humano.

Como conseguir que a criança seja mais sociável

Como conseguir que a criança seja mais sociável

Existem crianças que de forma natural sabem se relacionar tanto com seus iguais como com os adultos; as situações sociais não têm segredos para eles e são conquistadoras natas. No entanto, isso nem sempre é assim, e para outras crianças, por outro lado, as relações com os demais são mais difíceis do que o normal.

Como conseguir que o seu bebê seja mais sociável

Como conseguir que o seu bebê seja mais sociável

Existem bebês que só com um olhar, ele já abre um sorriso de orelha a orelha, e inclusive chegam a estender os seus bracinhos para que você os pegue nos braços. Por outro lado, existem bebês que somente com olhares, toques ou simplesmente outra pessoa que não seja o seu pai ou sua mãe se aproxime, eles começam a chorar desconsoladamente como se o mundo estivesse acabando.

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