O comovente abraço de um bebê ao seu irmãozinho gêmeo após o parto

Vilma Medina Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

O vínculo que os irmãos gêmeos é especial. Muitos deles asseguram que um instinto, um ‘sexto sentido’ ao que talvez tivessem que colocar um nome. 

Essa história com final triste coloca em evidência esse laço tão especial que os irmãos gêmeos compartilham desde que são concebidos. 

O bebê que abraçou ao seu irmão gêmeo doente depois de nascer

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Mason y Hawk nasceram em 18 de agosto no Hospital da Universidade da Flórida. Um dos dois, Hawk, nasceu com uma doença muito rara que afeta diretamente o sistema respiratório. O pequeno teve que ser internado imediatamente, de forma que seu irmão não pôde ter contato algum com ele. Hawk tinha sido entubado e conectado a um respirador artificial.    

Onze dias depois que nascera, os pais aproximaram o seu irmãozinho gêmeo, Mason, a ele. Sua mãe conta que esse dia Mason estava inquieto e não podia dormir. Uma enfermeira lhe disse que seria bom acercá-lo para que visitasse seu irmão. A primeira coisa que Mason fez foi senti-lo próximo, passar o braço por cima e abraçá-lo e sorrir. Com um abraço terno e protetor. Com um abraço cheio de amor.  

No dia 7 de setembro, 20 dias depois de nascer, Hawk morreu. 

O vínculo entre gêmeos 

Já se tem falado muito sobre o vínculo tão especial que une a irmãos gêmeos. Não apenas compartilham DNA, mas, além disso, existe um laço especial. Muitos estudos tentam demonstrar que podem ter inclusive telepatia. 

No entanto, existem muitos tipos de gêmeos e nem todos sentem esse mesmo vínculo. No final das contas, cada um é uma pessoa em si mesma. Esses são os tipos de gêmeos que podem acontecer: 

1. Inseparáveis. São os gêmeos que parecem efetivamente ter telepatia. Vão a todos os lugares juntos, nunca querem se separar e se apóiam um ao outro. Têm amigos em comum. Nas escolas preferem separá-los para que cada um tente desenvolver sua personalidade.  

2. Misto. Independentes, mas muito unidos. Sentem uma união especial e compartilham muitos momentos juntos. Eles se apóiam um ao outro, mas também necessitam de seu espaço individual. Cada um tem seus amigos separadamente e outros em comum. Podem estar separados sem problema.  

3. Individualistas extremos. Sentem-se especialmente mal quando estão juntos, já que pensam que se anulam entre si. Não se procuram nem sentem especial cumplicidade. Brincam e brigam como qualquer irmão normal. Cada um tem sua individualidade e seus amigos. 

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com