Fotografias para reconhecer o vírus mão-pé-boca em bebês

Vilma Medina

Vilma Medina

Um dos vírus que mais se proliferam nas creches é o chamado vírus mão-pé-boca. Ainda que seja mais comum em crianças na idade pré-escolar, também pode afetar crianças mais velhas, inclusive em adultos. Mas, você saberia reconhecê-lo? Como diferenciá-lo de doenças similares como a varicela? 

As fotografias que mostram como é a doença mão-pé-boca em crianças

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(Fotografias de Wikimedia Commons)

Sem dúvida, a doença de mão-pé-boca é comum entre crianças menores de 5 anos. É tremendamente contagiosa, por isso diante do primeiro sintoma, os pediatras recomendam aos pais que não levem seu filho à creche ou à escola. De fato, tal é a expansão desse vírus que os especialistas insistem em difundir fotografias que ajudem os pais a reconhecê-la.

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A síndrome, chamada no meio médico como doença de Coxsackie é transmitida pelo vírus, o que significa que primeiro se incuba até que começam a aparecer os primeiros sinais: pequenas úlceras, e bolhas ao redor da boca, nas mãos e nos pés. Para se contagiar basta um beijo ou um espirro... 

A síndrome mão-pé-boca começa, em geral, atacando a garganta. A criança se queixa de uma forte dor de garganta. No entanto, esses sintomas podem fazer pensar que se trata de anginas ou faringite. O seguinte sintoma é a febre. Pouco depois, o aparecimento de pequenas úlceras, o dado mais concludente para diagnosticar o vírus.

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Como qualquer outro vírus, não existe tratamento farmacológico. Somente paracetamol ou ibuprofeno (nunca aspirina). É importante insistir que a criança beba muita água e coma alimentos frios (que acalma a dor das úlceras), já que os bebês que apresentam essa doença tendem a deixar de comer e beber por causa da dor de garganta e das úlceras ao redor da boca. 

A doença, ainda que a princípio pareça alarmante, não é perigosa. Aos três dias a febre tende a desaparecer, ainda que o restante dos sintomas não desapareça até os 7 – 10 dias. Para evitar o contágio por outras pessoas (incluindo os pais), os especialistas recomendam extremar a higiene: 

- Lavar muito bem as mãos

- Não beijar o bebê infectado pela doença. 

- Trocar-lhe as fraldas com luvas descartáveis. 

Uma das sequelas dessa doença é a perda de alguma unha dos pés. E, em casos extremos (acontecem pouquíssimas vezes), pode derivar numa encefalite. 

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

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