Como será o meu bebê quando ele nascer

O aspecto do bebê. Com quem ele se parecerá

Vilma Medina
Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

Qual será a cor dos olhos do meu bebê? Será loiro ou moreno? Terá um furinho no queixo como o papai? São perguntas que os pais se fazem desde o momento em que o teste de gravidez dá positivo. 

Existe uma grande curiosidade em saber com quem o bebê irá parecer, e embora a ecografia nos mostre o seu rostinho, a gente não consegue saber com exatidão até que ele nasça, e inclusive teremos que esperar algumas semanas, já que os bebês mudam muito durante os primeiros dias. 

Com quem o bebê se parecerá quando nascer

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O DNA é o que define o aspecto do bebê, mas o que é DNA? Trata-se de uma cadeia dupla que se estende em espiral e que está formada por uns 30.000 genes. O DNA está organizado em estruturas chamadas cromossomos.

Durante a fecundação os 23 cromossomos do óvulo da mãe se unem aos 23 cromossomos do espermatozóide do pai, Essa fusão produz uma combinação única e irrepetível de 46 cromossomos. Nenhuma outra pessoa no mundo, nem sequer um familiar terá um DNA igual, exceto os gêmeos idênticos. 

O bebê recém-nascido terá a metade dos genes herdados da sua mãe e a metade do pai. Mas, é possível que o bebê se pareça mais fisicamente com alguém. Por quê? Alguns genes têm mais força que outros e ‘ganham a partida’ contra os outros. 

- Os olhos: No caso dos olhos, ainda que o bebê herde o gene da cor dos olhos de ambos os progenitores, a cor virá definida pelo gene dominante. Ou seja, os olhos marrons (castanhos) têm um caráter dominante e os azuis ou verdes recessivos. Ou seja, se um progenitor tem os olhos claros e o outro, olhos escuros existem mais probabilidades que o bebê nasça com olhos escuros. No caso em que ambos tenham os olhos castanhos, o bebê os terá dessa mesma cor, ainda que possa haver surpresas se algum antepassado tivesse tido olhos claros. 

- Cor da pele: Está no mesmo caso da pele morena, que é dominante em relação à clara, e inclusive o gene da calvície é dominante nos homens e recessivos nas mulheres.  

- Altura: Quanto à altura do bebê, a genética tem muito a dizer. Se os pais são altos, é possível que o bebê também o seja quando adulto, da mesma maneira se são baixinhos. No entanto, a genética por si só não definirá a altura do menino ou da menina. Outros fatores também intervêm como a nutrição ou as possíveis doenças que possa sofrer. 

- Inteligência: os cientistas não estão de acordo se a inteligência pode ser herdada ou é o produto da educação e do ambiente em que cresce e evolui a criança. A realidade é que existem casos de todos os tipos: crianças com quociente de inteligência superdotado, filhos de pais com uma inteligência normal e vice-versa.  

Alba Caraballo

Editora de GuiaInfantil.com