Aluga-se mãe: o novo negócio de mães postiças

Vilma Medina

Vilma Medina

O letreiro poderia ser lido mais ou menos assim: ‘mãe de aluguel’. E não nos referimos à barriga de aluguel, mas de mães já feitas e reais, que alugam seus ‘conselhos de mãe’ a quem necessita. Incrível, não é verdade? Mas, será que tantas pessoas necessitam de uma mãe ‘postiça’? 

O negócio de ‘Need a mom’ ou mães de aluguel

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Ainda que pareça mentira, este negócio existe. A criadora de ‘Need a Mom’ se chama Nina Keneally. Ela tem 64 anos e mais de 40 filhos (de aluguel). O negócio surgiu em Nova Iorque, a grande cidade onde milhões de pessoas andam sem apenas se olharem. Tão perto e ao mesmo tempo tão longe.  

Nina entendeu que existem muitas famílias desestruturadas e muitos filhos com desejos de falar com uma mãe com quem tivessem uma relação. Os ‘filhos’ de Nina são quase todos na casa dos vinte anos e simplesmente necessitam ‘uma mãe com quem conversar’. Eles chegam a sua casa, ficam alguns dias, ou simplesmente tomam um café e compartilham com ela essa cumplicidade que perderam com sua mãe biológica. O preço é de 35 euros por hora. 

Nina assegura que não é uma psicóloga. Não sabe nada disso. Utiliza o seu perfil de mãe para escutar e dar carinho aos filhos que se sentem como se sua mãe autêntica estivesse ausente nas suas vidas. E só dá conselhos quando pedem a ela. De fato, Nina assegura que um grande erro das mães é dar conselhos constantemente, inclusive quando os filhos se mostram receptivos. 

Os clientes de Nina a preferem em lugar dos terapeutas. Por quê? Porque as mães têm algo especial que nenhum psicólogo possui: um sexto sentido, uma inexplicável intuição para entendê-lo a todo instante. 

O erro das mães ausentes 

Por que existem tantas pessoas que necessitam alugar uma mãe? Porque o mundo corrido em que vivemos faz com que existam muitas ‘mães ausentes’. São mães que colocam o seu trabalho ou sua vida pessoal na frente de tudo, e acabam se esquecendo do seu importante e exigente papel de mãe. São mães que cometem esses erros: 

- Renunciam aos seus filhos pela sua vida pessoal e de casal. 

- Dedicam-se o dia todo ao seu trabalho. Não vêem os filhos todos os dias, somente alguns finais de semana. 

- Estão em casa, mas não dedicam tempo aos seus filhos

- Não se interessam pela vida dos seus filhos: nem pelos amigos com quem brincam, nem as tarefas da escola, nem nas mínimas coisas. 

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

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