Quem consente mais, papai ou mamãe?

Vilma Medina

Vilma Medina

Em toda família tem o pai ‘bom’ e o pai ‘ruim’. O pai bom dá carinho, segurança, compreensão, liberdade e criatividade. O pai ‘ruim’ impõe limites, ordem, disciplina. 

Em alguns lares, tanto a mãe como o pai tenta ser o mais exigente ou mais permissivo. Mas, não nos enganemos. Na maioria das casas existe sim um pai bonzinho. E, é claro, um pai ruinzinho. Quem dos dois é bom ou ruim? Papai ou mamãe? 

Quem do casal consente mais coisas aos filhos

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Quando existe uma grande diferença de permissividade entre o pai e a mãe se vêem muito claros estes dois papéis: um é o pai bom e o outro o ruim. Mas, com o tempo tudo pode mudar. 

Na realidade, o papel de cada um depende de dois fatores: o tempo que o pai ou a mãe passa em casa com as crianças e a personalidade de cada um. Em muitos casos, o ‘ruim’ dos dois, o menos permissivo, pode ser o que mais tempo passe com os filhos, e, às vezes o mais dominante do casal. 

Normalmente o ‘bom’ deve ser o mais sentimental, protetor e talvez com menos facilidade para se impor aos outros. O normal é que seja o que menos tempo passe com as crianças. 

É muito difícil estar constantemente dando broncas nas crianças e lembrando a todo o momento as normas e os limites, por isso, às vezes a pessoa que passa mais tempo com eles é quem acaba cedendo mais. Isso acontece muitas vezes. 

7 características dos pais ‘bons’ no casal 

1. Exigem das crianças certas normas, mas sempre encontra uma justificativa para pular alguma. 

2. Ainda que tenham muito claros certos limites que não podem ser infringidos oferecem à criança mais liberdade. 

3. Podem fazer ‘vista grossa’ com algumas das travessuras da criança. São mais superprotetores. 

4. Têm mais paciência e são mais ‘elásticos’. Repetem as normas mais de uma vez. Com frequência acabam o trabalho que a criança começou. 

5. Não exigem tanto na hora de limitar os caprichos das crianças

6. Dão mais importância à criatividade e expressão da criança do que à disciplina. 

7. Dão menos broncas e castigam menos que seus companheiros. 

Sem dúvida, o ideal na educação das crianças é que o casal ande de acordo com as normas e os limites, que tanto o pai como a mãe falem sobre esse tema, que não haja competição quanto ao carinho dos filhos e quando um deles se sentir incômodo com a forma de educar do outro o recomendável é o diálogo. O trabalho em equipe sempre dá bons resultados. 

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

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