10 dicas para evitar que uma criança se afogue

Dicas de segurança das crianças na água

Vilma Medina

Vilma Medina

O afogamento é a principal causa de morte acidental em crianças entre os 5 e 14 anos em todo o mundo. Só são necessários 27 segundos para que uma criança perca o controle na água, e entre 3 e 5 minutos para que se afogue. 

Para evitar um acidente desse tipo é imprescindível a supervisão dos pais. Anote esses conselhos. Eles podem ser vitais. 

10 dicas para evitar que o seu filho se afogue

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1. Escolha sempre áreas de banho com salva-vidas. Escolha sempre áreas vigiadas, respeite as indicações dos salva-vidas e a sinalização e as bandeiras que informam as características das instalações ou o estado do mar. Lembre-se: 

- Bandeira Verde: banho permitido. 

- Bandeira Amarela: banho com precaução. 

- Bandeira Vermelha: proibido se banhar. 

2. Não perca o seu filho de vista. A supervisão tem que ser constante. As crianças sempre devem estar sob os olhares atentos e ao alcance dos pais e responsáveis. Nunca fique de costas para o seu filho quando estiverem dentro da água ou próximo dela. Bastam apenas uns segundos para que possam estar em sério perigo. Se for necessário estabeleça turnos para que haja um adulto permanentemente vigiando de maneira que possa intervir de imediato diante de qualquer problema. 

3. Evite as distrações. Elimine possíveis distrações por sua parte. A principal causa das falhas na supervisão nas piscinas é um adulto distraído, falando ao telefone ou no interior da casa para fazer alguma tarefa. Nunca relaxe a vigilância. 

4. Proteja a piscina doméstica. Assegure-se de que os seus filhos não possam ter acesso com facilidade à piscina. Se você tiver uma piscina em sua casa instale um sistema de barreira que cubra todo o perímetro de modo que as crianças não possam ter acesso nem cair acidentalmente, com altura suficiente e portas com sistema de proteção à prova de crianças. Se possível complemente com um sistema de alarme por quedas na água. 

5. Retire os brinquedos e crie um ambiente seguro. Quando não estiver usando os brinquedos, retire-os da piscina e das suas imediações. Peça à criança que ajude a recolher os brinquedos e guarde-os em segurança e feche a piscina. 

6. Proteja a criança com um colete salva-vidas. Os flutuadores, tábuas, bóias e outros dispositivos flutuantes dão às crianças e aos pais uma falsa sensação de segurança e devem ser usados exclusivamente com supervisão de um adulto próximo. A opção mais recomendável e segura é um colete salva-vidas homologado, e mesmo assim não exime da supervisão. 

7. Tente fazer com que a criança aprenda a nadar o quanto antes. Saber nadar proporciona segurança e prazer, mas não protege totalmente diante de um afogamento. Já tem sido demonstrado que o aprendizado das ‘habilidades de auto-resgate na água’, que trabalham reações de flutuação e sobrevivência na água aumenta sua eficácia em qualquer idade. 

8. Ensine a criança como se comportar na água com segurança. Nosso dever como pais é colocar em prática e transmitir aos nossos filhos todas as regras de segurança na água, e, acima de tudo ensinar com o nosso exemplo. 

9. Aprenda a agir diante de uma emergência. Numa emergência temos que: proteger, alertar e socorrer. 

- Proteger, para limitar os danos. 

- Alertar, pedindo ajuda e chamando ao número de urgências.

- Socorrer, aplicando os primeiros socorros de imediato. 

Aprender os primeiros socorros básicos e saber como reanimar a uma criança ou um adulto com técnicas de reanimação é muito simples e está ao alcance de qualquer pessoa e salva vidas.  

10. Você é o melhor salva-vidas. As principais tarefas dos salva-vidas são: prevenir, vigiar e socorrer, mas a responsabilidade das crianças é dos pais. Coloquem em prática todas as recomendações de segurança no meio aquático e cuide dos seus filhos, pela sua segurança. Você é o melhor salva-vidas que os seus filhos podem ter. 

Fonte consultada: Escola Segoviana de salva-vidas 

Estefanía Esteban

Redatora de GuiaInfantil.com

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