Quando o bebê tem algum defeito congênito no seu coração

Vilma Medina Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

O coração sempre traz emoções ternas, como a primeira vez que você escuta o coraçãozinho do seu bebê, assim como nervosismos e angústias quando se conhece que o bebê tem um defeito congênito no seu pequeno coração.

Ainda que possa ser um problema grave, é bom que você saiba que na maioria dos casos, os problemas congênitos são inofensivos e superáveis. Oito de cada 1000 recém-nascidos sofrem de algum defeito congênito no coração

O coração dos bebês

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Se o seu bebê foi diagnosticado com este problema não deixe o coração apertar antes de se inteirar mais do que realmente o seu bebê tem. O diagnóstico quer dizer que o coração do seu bebê teve um problema quando estava se formando no seu ventre. São defeitos que afetam, de modo geral, o funcionamento normal e o fluxo de sangue do coração e que requerem um diagnóstico seguro para evitar que o caso se complique. Hoje em dia a detecção das cardiopatias acontece nos primeiros dias, semanas ou meses do nascimento do bebê, o que permite o tratamento imediato e correção total e definitiva do problema.

Lamentavelmente não se conhecem as causas específicas dos problemas do coração. Existem fatores de risco ou circunstâncias que podem favorecer a ter um filho com cardiopatia: antecedentes familiares, mãe que tenha diabetes ou que tenha sofrido de rubéola, lúpus, ou que ainda tenha usado medicamentos fortes, drogas e álcool em excesso durante a gravidez. Os bebês prematuros ou com Síndrome de Down têm uma propensão maior a ter cardiopatias.

Um dos defeitos mais conhecidos e comuns é o conhecido sopro no coração, ou seja, um som que o coração faz quando o sangue não está circulando bem neste órgão. A maioria dos sopros não é perigosa e se cura por si só com o tempo. O sopro funcional ou inocente é frequente nos recém-nascidos, e ainda que exijam revisões médicas periódicas, não se pode considerar uma cardiopatia. 

Vilma Medina

Diretora de GuiaInfantil.com