10 coisas que o seu bebê nunca deve compartilhar

Vilma Medina

Vilma Medina

Compartilhar é um dos aprendizados mais complicados e incompreensíveis para a criança. O senso de propriedade e a fase egocêntrica impedem que a criança compreenda – alguns adultos que eu conheço também – o que ganha com isso. 

Os pais insistem muito nesse ensino. No entanto, existem certos elementos da criança que nunca devem ser compartilhados, pois se o fizer estarão colocando em risco a sua saúde. Se você é tão escrupulosa como eu e quer manter os vírus e as bactérias à distância, é bom considerar que o seu filho se torne egoísta com certos objetos. 

Objetos cotidianos que nunca devem ser compartilhados pelas crianças

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Existem mães que limpam a chupeta do seu bebê com sua própria boca. Irmãos que compartilham escovas de dente, pentes ‘sem dono’ que passam em uma família de cabeça em cabeça. No entanto, antes de continuar fazendo isso você deveria considerar isso: 

1. Chupeta: ela está em contato direto com a saliva da criança e porta todos os vírus que podem ser transmitidos pelo contato direto. Se um bebê tem catarro e usa a chupeta de outro, o contágio é irremediável. 

2. Mamadeira ou garrafas de água: o bico da mamadeira ou a boca da garrafa estão em contato direto com os germes, bactérias ou vírus presentes na boca. Muitas vezes não podemos proteger as crianças porque podem estar com outras que estão incubando algo e um simples espirro as contagia, mas é importante não compartilhar esses objetos e também lavá-los com frequência para evitar vírus na medida do possível. 

3. Escovas de dente: não só é um hábito anti-higiênico. Além disso, existem razões médicas para não compartilhar a escova. Entre as cerdas podem ser encontradas bactérias, germes e restos de sangue da gengiva. Além disso, a bactéria que causa cáries também pode ser contagiada ao compartilhar a escova.  

4. Pente: na infância o contágio por piolhos é algo muito comum. Não é de estranhar que a criança venha da escola ou do acampamento com a cabeça cheia desses bichinhos incômodos. Para evitar o contágio em casa é importante que cada membro da família tenha o seu próprio pente. Assim a gente evita que algum ‘passageiro’ inesperado passe de uma cabeça para outra por essa via. 

5. Bonés ou gorros: acontece da mesma forma com os pentes. Se a criança está infestada e usa bonés ou gorros ou chapéus é possível que possa contagiar outras crianças. 

6. Toalha: cada membro da família deve ter sua própria toalha, já que nela podem estar grudados fungos, germes e vírus. Através delas a criança pode se contagiar com a conjuntivite ou inclusive fungos.

7. Esponja: são objetos que dificilmente se secam devido ao seu poder de absorção e ao seu uso frequente. Através delas é possível ser contagiado com doenças como os fungos e inclusive a micose

8. Cortador de unhas: as crianças e os bebês descobrem o mundo através do tato. Elas não têm escrúpulos em pegar qualquer coisa do chão, de tocá-la e inclusive, às vezes, chupá-la. Entre as unhas, portanto, podem ficar bactérias. Convém sempre lavá-los depois do seu uso, ou melhor ainda, dispor de um para cada pessoa. 

9. Sabonete: é preferível utilizar sabão líquido, já que nos sabonetes ficam microorganismos depois do seu uso, que vão desde as bactérias aos vírus. Se você prestar atenção, nos hospitais, os sabões são antibacterianos. 

10. Objeto de apego: são os bichinhos de pelúcia, mantas ou brinquedos pessoais da criança. São os mais difíceis de compartilhar porque são seu maior chamego, mas além disso vão com eles mucosidades e saliva da criança e inclusive piolhos no caso dos bichinhos de pelúcia. 

Alba Caraballo

Editora de GuiaInfantil.com

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