Conselhos dietéticos para crianças com baixa imunidade

Vilma Medina Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

É frequente que durante uma doença longa ou um tratamento contínuo, as defesas do organismo baixem. Mesmo assim existem épocas do ano ou da vida em que estamos mais vulneráveis aos vírus e doenças, por isso é interessante conhecer que uma boa alimentação é uma grande aliada no aporte de energia, e em potencializar e renovar o nosso organismo. 

Como aumentar as defesas das crianças

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A gente oferece alguns conselhos dietéticos que foram publicados pela Afanian (Associação de Famílias de Crianças com Câncer de Castilla la Mancha) que nos ajudarão, fundamentalmente a prevenir contágios pelos vírus, bactérias ou fungos, enquanto as defesas naturais do organismo se restabelecem graças a uma alimentação variada e saudável. Esses conselhos fazem parte dos cuidados da criança contra o câncer, mas sem dúvida são aplicáveis a todas aquelas circunstâncias que requeiram uma recuperação sem riscos

- É preferível consumir alimentos cozidos aos crus. Por exemplo, seria melhor oferecer-lhes um purê de verduras a uma salada crua. 

- Comer fruta descascada: bananas, tangerinas, etc. Evitar, por exemplo, aquelas de difícil lavagem ou as que se comem com casca. 

- Se comermos alimentos elaborados ou industrializados, estes têm que responder a um controle microbiológico rígido: sucos, sorvetes, leite, etc. 

- Beber preferivelmente sucos de frutas naturais e verduras embaladas.  

- Eliminar temporariamente da dieta: presuntos, queijo fresco, queijo azul ou roquefort ou ovos crus.

- Evitar cremes de confeitarias ou natas presentes em muitos doces. 

- Cozinhar e temperar com azeite de oliva. 

- Antes de preparar a comida ou durante sua manipulação, manter as mãos e os recipientes bem limpos. Mesmo assim, lavar bem as mãos antes de comer. 

- O uso da panela de pressão é muito recomendável, já que esteriliza os alimentos. 

- Não compartilhar copos nem talheres

- Evitar contaminações pela má conservação dos alimentos. 

Essas mesmas recomendações podem ser empregadas para as gestantes, especialmente aquelas que não são imunes à toxoplasmose. Outros cuidados: evitar o contato com pessoas doentes, cuidado e limpeza dos animais ou corretos hábitos de higiene também podem nos ajudar. 

Patro Gabaldón

Redatora de GuiaInfantil.com