A criança tímida, inibida ou retraída

Vilma Medina

Vilma Medina

Normalmente as crianças são bastante francas e espontâneas na hora de se comunicar com seus semelhantes; mas muitas vezes, dentro do grupo de amigos dos nossos filhos, sempre vemos algum que fica isolado, como ‘olhando para o nada’ enquanto o restante brinca e se diverte. Às vezes a explicação está na rejeição que a própria criança gera, mas em outras, e esse é o tema que me motiva hoje, quando o próprio pequeno é quem se autolimita e se isola. 

A timidez das crianças

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Quando estamos diante de um caso desses, muitas pessoas tendem a colocar debaixo da mesma sombrinha as crianças tímidas e as que padecem de inibição de conduta, patologia que inclusive é tratada por especialistas em psiquiatria infantil. A timidez é uma forma de ansiedade que surge no contexto de certas situações sociais, principalmente naquelas em que a criança sente que existe uma ou mais ‘figuras de autoridade’ que o avaliam constantemente, ou quando o menino manifesta certa inconformidade com o que acontece ao seu redor. A timidez é possível ser superada na mesma medida em que a criança ganha confiança em si mesma, tarefa que podemos ajudar desde casa.  

A inibição de conduta, por sua vez, se expressa tanto em situações sociais como não sociais, e não é uma resposta a uma circunstância específica de avaliação, mas sim um traço do temperamento definido pelo medo extremo diante de uma novidade. Uma criança inibida experimenta grande ansiedade diante do novo, incerto ou de situações que mudam constantemente, e por essa razão, se retrai e evita o contato com qualquer coisa que possa gerar esses estímulos. Dentre os sintomas que levam essa criança a sofrer dessa inibição estão: retraimento, o parar de brincar e de conversar, tendência a permanecer perto de quem está cuidando dela, a hipersensibilidade e o choro fácil, as expressões faciais de medo e a prudência excessiva. 

Investigadores certificam a relação existente entre esse tipo de inibição de conduta na infância com quadros de ansiedade e depressão desenvolvidos durante a adolescência e na fase adulta, por isso, se você tiver alguma dúvida sobre o comportamento do seu pequeno, seria muito conveniente a opinião de um especialista que defina se o caso é de uma criança tímida ou retraída. 

Rosa Mañas

GuiaInfantil.com

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