Sozinho não. Juntos, sim. Navegue com o seu filho pela internet

Internet é uma faca de dois gumes na educação dos filhos. Pode ser um excelente meio através do qual se pode crescer, aprender, encontrar, conhecer, avançar. Mas, também é um lugar não isento de perigos, onde uma criança sem atenção ou vigilância está exposta tanto a conteúdos não adequados para ela como assédio de pessoas mal intencionadas.

Navegue com o seu filho pela Internet

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Vamos ser sinceros. Quem nunca deixou o filho com um tablet ou smartphone porque tinha que estender a roupa, preparar a janta ou fazer uma ligação? Normalmente não acontece nada, a criança vê os desenhos que a gente selecionou, brinca com um aplicativo que conhecemos, ou escuta canções infantis. Realmente, a Internet contém uma multidão de recursos muito úteis para as crianças, que podem ajudá-las no seu aprendizado e as estimulam: 

- Exercícios de reforço escolar para repassar matemática, línguas ou idiomas. 

- Canções e contos que, além de entreter, ensinam as crianças.

- Jogos e aplicativos que estimulam a memória, a lógica e a atenção.

Mas, o que acontece se durante uma distração, nossos filhos saem das páginas ou jogos que tenhamos colocado para eles?

- As crianças têm acesso muito fácil a páginas que não são apropriadas para elas, seja pela violência, pornografia ou simplesmente informações que ainda não sejam capazes de assimilar. 

- Terão acesso a esse tipo de anúncios chamativos e enganosos que bombardeiam algumas páginas. 

- Podem tentar se inscrever em concursos ou páginas onde pedem dados pessoais para terem acesso a jogos ou músicas. 

- Por curiosidade ou porque escutaram crianças maiores que deveriam entrar nas redes sociais ou lugares de contatos em linha onde se expõem aos perigos de entrar em contato com desconhecidos.

Como evitar todos estes perigos? A principal maneira é limitar o seu uso. As crianças devem ter como prioridade, o desenvolvimento de destrezas sociais, brincarem na rua e se divertir com outras crianças. Não é necessário que a criança cresça com um tablet nas mãos.

No entanto, para aqueles momentos em que seja positiva a utilização de um tablet ou smartphone, os pais devem baixar no computador, os filtros parentais e sempre tentar estar com os filhos durante a navegação, ensinando e mostrando o que nunca devem fazer ao acessar a Internet

E, lembrem-se: estes dispositivos não são babás e os pais são os responsáveis pelo tempo que os filhos investem na Internet.

Alba Caraballo
Editora de GuiaInfantil.com

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