Como controlar as birras das crianças

Vilma Medina
Vilma Medina Diretora de Guiainfantil.com

Dentro do seu propósito de trabalhar para a defesa e promoção direitos da infância e pela justiça para todos os meninos e meninas do mundo, a Save the Children apresenta em sua revista digital um guia prático com normas simples e exercícios de reflexão para ajudar aos pais que consigam o pleno desenvolvimento dos seus filhos. 

Também se podem encontrar conselhos sobre as necessidades e capacidades dos meninos e meninas de acordo com as idades que tenham como também recomendações de como enfrentar pressões e conflitos com nossos filhos. 

As birras das crianças

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Se as crianças chegassem com um manual de instruções, seguramente o capítulo das birras, que normalmente aparecem entre os 2 e 3 anos de idade, seria o mais consultado. O manual do Save the Children recomenda alguns conselhos para mediar aspectos críticos como os chutes, raivas, birras e ataques que algumas crianças apresentam nessas idades.  

Quando a criança não consegue imediatamente o que pede, ela pode se chatear muito, chorar, jogar objetos, arranhar-se ou se bater contra as paredes. Está tomada pela ira e não tem capacidade de controlar suas emoções. Não atenderá censuras nem agressões, uma vez que poderia aumentar a sua raiva. Nesse caso, tenham claro o seguinte: 

1 – Não se deve ceder diante de um ataque

2 – Esperar com paciência que ela se tranquilize primeiramente. 

3 – Levá-la a algum lugar tranquilo e vigiar para que não se machuque.

4 – Quando a raiva passar, os pais devem conversar com ela e direcionar para que peça perdão. É importante que desde essa idade a criança comece a aprender que não podem ter tudo o que quiserem e devem tolerar suas frustrações. É necessário que os pais falem muito com seus filhos. Isso lhes ajudará a enriquecer sua linguagem, capacidade de expressão, criatividade. Dedicar tempo para dialogar com os filhos implica, além do mais, de uma forma de expressar carinho e demonstrar-lhes que são importantes. 

5 – Ensinar as normas aos filhos. Seria ideal decidi-las entre todos, mas a última palavra tem que ser a dos pais. A criança participa, compreende, e se torna responsável do que tenha decidido. Umas normas claras e simples. E repeti-las às vezes que for necessário de maneira tranquila. 

Vilma Medina

Diretora de GuiaInfantil.com